Conheça a química do amor

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Apesar de sempre associarmos o amor ao coração, a ciência prova que a “mágica” acontece na verdade puramente no nosso cérebro e está diretamente relacionada aos mecanismos fisiológicos que envolvem hormônios e receptores cerebrais. Só que quando estamos apaixonados nada disso interessa, como diz àquela famosa música do Tim Maia: “Só se quer amar, se quer amar…”

Bom, os cientistas comprovam que a respiração e até os batimentos cardíacos ficam acelerados aliados ao encantamento pelo parceiro, prazer e euforia. Estas reações devem-se ao excesso de dopamina no organismo, hormônio que dá sensação de alegria e plenitude.

Conheça a química do amor

Hipócrates já afirmava há milhares de anos atrás. “Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento como também tristeza, pena, dor e medo.” Isso quer dizer que nosso cupido está no nosso cérebro, as atrações físicas e consequentemente o amor não acontece por acaso, é o resultado de uma cadeia de reações químicas cerebrais, cujo principal objetivo é a procriação da espécie.

Segundo o psiquiatra Lany Young, coautor do livro “A Química entre nós”, o amor é esse emaranhado de complexas reações químicas no cérebro. Além disso, é ele o poderoso cérebro, quem ajuda a escolher por quem nos apaixonamos. Os homens tendem a procurar mulheres com o quadril largo (sinal de boa fertilidade), já as mulheres são atraídas por homens que demonstrem sucesso e segurança (está ligado à proteção da família). Ambos buscam alguém com sistema imunológico diferente do seu, esta variabilidade é uma garantia maior de filhos saudáveis.

Para unir o casal o cérebro se infla de amor e libera hormônios como a dopamina e norepinefrina que causam as românticas “borboletas no estômago”, insônia, pensamento único na pessoa amada, alegria e vontade de ficarmos juntos para sempre.

Mas, como somos frutos de uma biologia evolutiva, aprendemos que se mantermos laços afetivos estáveis, a probabilidade de termos descendentes cresce exponencialmente e garante segurança da espécie.

Mesmo sabendo disso tudo não vamos deixar de suspirar com a paixão, ouvir músicas que falam do nosso amor e se emocionar com os filmes românticos assistidos abraçadinhos no cinema. Até nisso nosso cérebro é perfeito: nos permite flutuar sem sair do chão.

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Sobre o Autor

Blogueira principal, oriunda do mercado financeiro e pós-graduada na área de Gestão de Negócios pela FGV, fundou o site Sereias Urbanas e trouxe o olhar empresarial para um modelo de negócios digital......

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