Livro: Prazer sem limites – Capítulos I, II e III

Livro: Prazer sem limites – Capítulos I, II e III

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CAPÍTULO I

Ágatha era o tipo o tipo de mulher idolatrada pelos homens, certamente se ela tivesse ouvindo esta descrição gritaria: “Tipo de mulher”? Não sou arroz para ter tipo. Pois é, Ágatha não era nada convencional, pelo contrário, deixava os homens enlouquecidos com tamanha segurança, seu andar imponente mais parecia o marchar de um cavalo puro-sangue. Nos atributos físicos não deixava por menos, tinha um corpo escultural e vaidosa ao extremo não media esforços nem dinheiro para melhorar sua aparência. Afinal, trabalhava o suficiente para se dar ao luxo de gastar seu precioso dinheirinho com tratamentos, cremes, cirurgias e todo pacote de beleza express.

Aquele corpo com um pouco mais de 1,70 m que ficava gigante com os saltos altíssimos que sempre compunham seu visual, os cabelos castanhos na altura dos seios sempre impecáveis e perfumados, o rosto delicado com traços finos, os olhos verdes e a boca carnuda eram o próprio convite ao pecado.

Definitivamente era impossível ficar indiferente àquele rebolar de quadris volumosos que contrastavam com a cintura fina e bem definida. Ela tinha noção que despertava tesão no sexo oposto (sabia também que despertava desejos em várias mulheres) logo à primeira vista, sabe na fase das apresentações? Era comum perceber que os homens ficavam excitados e isso a deixava maluca e totalmente molhada. Não é tarde para dizer que Ágatha era um sucesso na cama e tratava o sexo de maneira bem peculiar, sem amarras, pudores ou trava, entregava-se ao prazer, de forma ampla e total sem preocupar-se com nada e nem ninguém, neste jogo de sedução a única regra era: sentir prazer sem limites.

Mesmo criada em uma família bem autoritária, Ágatha se distanciara de tudo o que aprendeu nas escolas caríssimas, tinha um estilo próprio e seus pais perceberam bem cedo que a filha caçula veio para fazer história. Criada no sul do país, deixou a casa dos pais com 20 anos para morar sozinha em São Paulo, nesta época seus pais se separaram e decidiram dividir parte do patrimônio entre os filhos, enquanto os irmãos decidiram investir o dinheiro no banco, nossa menina nada convencional resolveu trancar a faculdade de direito, que nunca gostara de fazer e apenas cursava por exigência do pai, um renomado advogado criminalista e seguir rumo a São Paulo onde iria cursar Engenharia, seu grande sonho.

Decidira também que a partir daquele momento ninguém ditaria regras em sua nova vida, abriu mão de um futuro promissor ao lado da família, visto que seus irmãos Ana (6 anos mais velha) e Flávio (4 anos mais velho) também eram advogados, para se aventurar sozinha em uma cidade gigante. Como ela mesma sempre dizia: Na vida não temos nenhuma garantia, precisamos nos jogar sem saber se lá embaixo existe uma rede de proteção.

Quinze anos se passaram desde a que a bela Ágatha deixou a minúscula cidade de Centenário, aquela ousada estudante de Engenharia tornara-se presidente de uma grande construtora e mostrava a cada conquista que não tinha vindo ao mundo à passeio, conseguiu espaço em um ambiente disputadíssimo graças a sua competência, garra e persistência. Porém era o que aquela bela mulher fazia à noite que a tornava única e incrivelmente ousada.

CAPÍTULO II

Aquela segunda-feira transcorrera como tantas outras, reuniões intermináveis, conferências com as outras filiais pela internet, programação de viagens etc. O relógio já marcava 20 horas quando Ágatha fechou seu notebook e caminhou em direção ao elevador, o andar já estava vazio, todos haviam ido embora, era bem comum ser a última a sair, principalmente às segundas-feiras que concentravam uma carga maior de trabalho.

Enquanto esperava o elevador ligou o celular dourado, que permanecia desligado durante todo o dia, logo ouviu dezenas de apitos de mensagens, entrou no elevador e ria enquanto olhava os textos que apareciam no visor, estava distraída quando uma voz grossa e imponente disse:

– Boa noite Sra. Ágatha. Ela olhou rapidamente o interlocutor, naquele horário não era comum ter companhia no elevador, um homem belíssimo de mais ou menos 1,85 m, cabelos escuros levemente ondulados, barba feita de forma milimétrica e um perfume delicioso que invadia o ambiente, sorria enquanto a cumprimentava.

Ágatha não se recordava do nome daquele Deus grego, sabia que já haviam estado juntos em uma reunião qualquer, mas de jeito nenhum o nome veio a sua cabeça, para quebrar o gelo respondeu:

– Boa noite Sr.? – Fez uma carinha linda de quem estava realmente tentando lembrar o nome.

– Felipe, trabalho no marketing, nos encontramos há algumas semanas atrás durante uma apresentação da nova campanha publicitária.

– Ah claro ! Sabia que já havíamos nos encontrado mas não lembrava a ocasião. A propósito, a campanha ficou incrível, você foi muito criativo hein? – ela tentava concentrar-se no assunto, enquanto sua mente passeava por cenas bem picantes com aquele homem incrivelmente másculo, com braços fortes, costas largas e um sorriso encantador.

Naquele momento agradecia pelo fato de trabalhar no vigésimo andar e o elevador demorar alguns minutos até chegar à garagem.

– Sim, mas não teria feito nada sem minha equipe, eles foram fantásticos. Tenho muita sorte por trabalhar com pessoas tão comprometidas.

Além de lindo era modesto !!! Que gostoso… Neste mundo corporativo uma das coisas que mais a deixavam irritada eram pessoas que se sentiam semideuses, muito comum em cargos de liderança. Logo, o fato de Felipe demonstrar seu apreço por sua equipe deixou Ágatha ainda mais interessada.

Houve um minuto de silêncio e os dois trocaram olhares de desejos, ela sabia que despertara nele o mesmo tesão que sentira, os dois já estavam transando em pensamento quando o elevador infelizmente chegara ao destino.

Felipe de maneira muito educada segurou a porta para que Ágatha saísse, aproveitou a situação para conferir o bumbum empinado da bela presidente que vestia uma saia preta justa na altura dos joelhos e uma camisa branca de seda, os cabelos estavam soltos o que deixava seu visual ainda mais sexy, seus saltos altíssimos a deixavam praticamente da mesma altura dele, lembrara o quanto gostava de mulheres altas, lindas, quentes e poderosas, uma combinação que definia bem aquela executiva.

O estacionamento estava vazio e apenas alguns carros permaneciam estacionados, os dois se olharam de maneira profunda e quente, se despediram e seguiram andando para lados opostos.

O barulhinho de toc toc do salto no chão ecoava por toda a garagem. Seu Land Rover vermelho já estava à sua frente e as fantasia com o belo Felipe de marketing dançavam em sua mente, entrou no carro e antes de dar a partida viu que havia algo no seu pára-brisas, estranhou, saiu novamente do carro e pegou a rosa colombiana incrivelmente vermelha, sua flor preferida, não havia nenhum bilhete, nada, apenas a rosa.

Ela não gostava de acontecimentos que a fizessem perder o controle da situação e aquela rosa estrategicamente colocada no seu carro, justo na empresa que presidia, definitivamente a tirava totalmente de sua zona de segurança, olhou para os lados buscando alguma resposta mas não viu ninguém, estava tudo completamente vazio e silencioso. Sabia que aquela rosa tinha algum significado: Era alguém que conhecia sua intimidade, mas quem?

Dirigiu de maneira automática até sua casa, na sua cabeça dois assuntos se misturavam, um era o encontro no elevador com o belo Felipe, havia sentido aquela conexão poucas vezes e todas elas sempre a levaram à histórias bem picantes de prazer e paixão, Ágatha era muito intuitiva e percebia de longe os sinais que a vida lhe enviava, adorava sentir-se apaixonada, fantasiando mil coisas, apesar de nunca saber se aquele momento de paixão duraria meses ou apenas alguns dias, mas isso era algo que ela sempre soube lidar muito bem e entendia que a vida era feita de ciclos que se fechavam para novos se abrirem e lidava com isso de maneira muito natural, sofria o mínimo necessário e sempre achava que valia a pena sofrer um pouquinho comparado a toda explosão de sentimentos que uma relação poderia lhe proporcionar.

Outro assunto que rondava seus pensamentos e desta vez de uma maneira desagradável era o fato da rosa colombiana estrategicamente colocada em seu carro, sua cabeça ficava em turbilhão buscando uma resposta mas nada vinha a sua mente. Pensara inclusive em pedir imagens para segurança do prédio afim de identificar o possível admirador mas não queria que aquele assunto vazasse e fosse comentado na empresa, pois tinha uma posição muito importante na construtora e qualquer fofoca poderia arranhar sua imagem.

Estacionou no seu prédio e subiu envolvida por seus pensamentos, morava em uma luxuosa cobertura na zona sul de São Paulo construída pela sua própria companhia, lá de cima costumava admirar a bela capital e, apesar de ter deixado Centenário há um bom tempo, ainda se surpreendia com a imensidão de prédios que enxergava até perder de vista. À noite as luzes acesas deixavam tudo ainda mais lindo e esplendoroso. Ágatha amava aquela cidade e se sentia parte dela.

Abriu a porta e tudo estava cuidadosamente arrumado, Cidinha trabalhava com ela há mais de uma década e deixava tudo do jeitinho que ela gostava.

Deixou os dois celulares e a bolsa na mesinha e correu para parte externa respirar o ar já gelado da noite e admirar toda beleza daquele verdadeiro cartão postal. Ali, no prédio mais alto da redondeza se sentia vitoriosa, tinha conseguido multiplicar várias vezes o montante da herança que recebera de seus pais, conquistara um cargo de destaque, trabalhava com o que amava e tinha uma vida bastante confortável.

Estava absorta com seus pensamentos quando seu celular dourado recebeu uma mensagem no whatsapp, ela pegou o aparelho na mesa e no visor estava escrito:

– Oi Lara !! Estou chegando ao nosso local de encontro, kd você???

 CAPÍTULO III

Usando um vestido verde curtíssimo, saltos altos, cabelos soltos e maquiagem leve que deixava sua beleza ainda mais natural Ágatha partia a caminho do seu encontro. O eleito era Marcelo, um médico ortopedista casado que ela conhecera no mundo virtual, já se encontravam há uns seis meses.

Ágatha nunca teve nenhuma restrição em sair com homens casados, pelo contrário dependendo da situação até preferia, pois evitava que ficassem no seu pé. Ela era extremamente liberada em relação ao sexo, não tinha preconceitos e com exceção de algumas práticas que considerava nojentas como zoofilia, chuva de prata e coisas afins, o restante era permitido e muito apreciado.

Há tempos já havia separado o sexo do amor, algumas vezes eles podem aparecer juntos mas na maior parte das vezes o sexo vem solitário mas nem por isso é menos gostoso costumava dizer para si mesma. Acreditava que existia uma espécie de conexão sexual intensa que se estabelecia com algumas pessoas e quando isso acontecia o prazer era inevitável. Na relação com o Marcelo o C.S.I (como ela carinhosamente denominava esta conexão fazendo uma analogia ao seriado de TV que amava) era nível cinco, segundo suas classificações a graduação variava de um, para as conexões mínimas, até o nível sete para as conexões mais intensas e deliciosas. Como podem ver ela não era previsível nem na sua escala, pois classificava de um a sete e não de um a dez como as formas mais convencionais.

O final daquele dia havia sido tão atribulado com acontecimentos que envolviam o incrível Felipe e a rosa colombiana secreta, que ela havia esquecido do tal encontro. Mesmo um pouco atrasada não quis desmarcar, porque encontrar o Marcelo sempre foi sinônimo de um sexo incrível com direito a infinitos orgasmos. Entrou na luxuosa suíte e Marcelo já a esperava na cama coberto por um lençol, as roupas penduradas em duas cadeiras denunciavam que ele estava nu, o que deixou Ágatha ainda mais excitada, com um sorriso incrivelmente branco Marcelo deu as boas- vindas.

– Boa noite Lara, tinha esquecido de mim?

– Não meu querido, tive um pequeno lapso mas estou aqui para aprontarmos muito. – desconversou elegantemente.

– Hum, adoro quando você diz que vamos aprontar, já estou animado aqui – falou olhando estrategicamente para o volume do seu pênis embaixo do lençol.

Ágatha tirou o celular dourado da bolsa e escolheu uma música, colocou o aparelho em cima da pequena mesinha e assim que as primeiras notas eram ouvidas ela começou um strip-tease. Dançava de maneira extremamente sexy, como era imprevisível, a primeira peça a ser descartada foi a calcinha preta de renda, continuava dançando enquanto Marcelo cheirava e lambia a minúscula lingerie.

– Que tesão meu amor, sua calcinha está tão molhada, adoro sentir o seu cheiro. Ágatha não falou nada, apenas lançou um olhar lotado de desejo e continuou sua dança sensual.

Pegou uma das cadeiras, tirou as roupas que estavam sobre ela e sentou de forma inversa, deixando sua bucetinha toda depilada bem evidente e totalmente molhada, passou os dedos na sua abertura e chupou de maneira bem provocante, ainda fez alguns movimentos antes de descartar a cadeira e o vestido também. Agora estava totalmente nua, visto que não tinha colocado sutiã de maneira proposital, apenas com saltos altíssimos desfilava ao redor da cama deixando Marcelo descontrolado.

– Quero dar gostoso, venha aqui.

Suas palavras soaram como uma ordem, Marcelo levantou rapidamente e um pau enorme, extremamente duro, pulou para fora dos lençóis. Os dois amavam transar primeiramente em pé, apoiados no espelho lateral, formavam um lindo casal e ambos gostavam de se olhar, luzes apagadas nunca estiveram em cogitação. Ele colocou Ágatha de frente para o espelho, desenrolou a camisinha e se alojou em suas costas, ela ainda o ajudou projetando seu quadril para trás com as mãos espalmadas, foi então que com uma única estocada, Marcelo a invadiu por completo.

– Aaaaaai que delícia!!! Como seu pau está duro!!
– Como não ficar duro com uma mulher dessas?
Marcelo alternava movimentos mais rápidos e estocadas fundas e demoradas, ficaram por alguns minutos naquele movimento frenético quando veio o primeiro orgasmo de Ágatha.
– Continua assim, não estou aguentando, vou gozaaaaaar. – a última palavra confundiu-se com os urros da chegada do orgasmo.
– Goza minha putinha, adoro a forma como esta buceta aperta o meu pau. Hum, como está gostoso, tão molhada, apertadinha, não vou aguentar, também vou gozar !
Marcelo terminou a frase e ficou imóvel, com seu pau totalmente enterrado dentro de Ágatha, ela conseguia sentir o pau latejando enquanto jorrava muita porra. Ficaram mais alguns minutos grudadinhos como cães até que aquele moreno forte tirou o pau tomando cuidado para camisinha não escorregar.
– Vou tomar um banho, já volto. Não vai fugir hein ?
Ela nem conseguia responder nada, chegou perto da cama e atirou-se  com salto e tudo, estava em transe, sentia um tesão gigante por Marcelo e os orgasmos sempre a deixavam flutuando. A relação deles estava pautada em muito sexo, apenas isso, ou melhor dizendo tudo isso.
Continua…
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Sobre o Autor

Blogueira principal, oriunda do mercado financeiro e pós-graduada na área de Gestão de Negócios pela FGV, fundou o site Sereias Urbanas e trouxe o olhar empresarial para um modelo de negócios digital......

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