O mundo secreto do Swing

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O swing é um estilo de vida nada convencional e um “prato cheio” para variar o “feijão com arroz” diário. Realmente no mundo secreto do swing é necessária uma dose gigante de desprendimento e não ter nenhum sentimento de posse, pois ver o seu parceiro transando com outras pessoas não é para qualquer uma.

Eu acredito que este estilo pode dar muito certo para casais específicos e não para todos, tem muita gente que de forma alguma aceitaria esta “divisão” (tipo eu…rs) mesmo que temporária.  O swing não deixa de ser um relacionamento monogâmico, porém com uma dose gigante da poligamia sexual, feita de forma consensual.

Os swingers (como são chamados os praticantes de swing) defendem que a prática fortalece a relação e deixa o tesão sempre em alta, evitando as “puladas de cercas” tão frequentes na vida a dois. Toda relação sexual com outras pessoas é consentida e tem a participação dos dois, não deixa de ser algo bem transparente.

Neste mundo paralelo, existem clubes privativos e fechados como o CRS que promovem encontros e festas (verdadeiras orgias). Funciona como uma rede social, onde os casais são exibidos fazendo sexo e se conectam com outros que têm as mesmas afinidades, no CRS o casal ou a pessoa solteira precisa ser convidada para participar desta rede.

Outra forma de conhecer o mundo do swing é através dos clubes, aqui em São Paulo você pode encontrar vários, a maior parte fica na região de Moema (uma busca rápida na internet te mostrará dezenas de opções).

Mas afinal, o que acontece lá?

A maioria das casas tem um ambiente bem parecido como o de uma danceteria, rolam músicas e algumas meninas mais animadas se sentem a vontade de dançar nuas. Também existem shows específicos de striptease feminino e masculino, tem o ambiente do bar e dos camarotes, até aí nada de muito diferente. Porém, são nos labirintos formados por dezenas de salas que o sexo acontece, existem salas grandes (para umas 50 pessoas) e salas seletivas (as portas podem ser fechadas com a quantidade determinada de participantes), lá tudo é consensual e você pode encontrar desde casais apenas olhando sem interagir, até duplas e triplas penetrações. A luz é bem amena, mas você consegue ver todos os detalhes.

O bissexualismo feminino é bastante comum, às vezes as meninas ficam juntas e os parceiros apenas observam, outras vezes as esposas escolhem uma mulher para o parceiro, rola de tudo. Na maior parte das casas são permitidos casais e também solteiros, que estão lá para interagirem fortemente, porem muitas não permitem a entrada de garotas de programa, pois querem que os participantes estejam de fato gostando das práticas.

Salas coletivas

 

Você pode encontrar casais lindos até outros desprovidos de beleza, mas tudo como eu já disse: é consensual. Cabe ao casal mostrar os limites.

Acho que vale a pena ir para conhecer, é mais uma experiência de vida e será no mínimo um local inusitado para vocês transarem (nem precisam trocar se não quiserem).

 

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Sobre o Autor

Blogueira principal, oriunda do mercado financeiro e pós-graduada na área de Gestão de Negócios pela FGV, fundou o site Sereias Urbanas e trouxe o olhar empresarial para um modelo de negócios digital......

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